Regulamento Copa Rio Asa Delta 2016

 

 

 

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  1. A organização da Copa Rio de asa delta 2016 será constituída por 2 (duas) comissões, a saber: Comissão Administrativa, constituída por 2 integrantes; Comissão de Provas, constituída por 3 integrantes
  2. Toda etapa do Carioca de asa delta 2016 será constituída por duas categorias: ELITE e SPORT, caso o número de participantes seja inferior a 15 haverá somente a categoria Elite.
  1. Serão considerados pilotos da categoria ELITE os classificados entre os 20 (vinte) primeiros pilotos do ranking Brasileiro no ano anterior, além de todo piloto que já tiver integrado a Equipe Brasileira em competições oficiais e/ou que já tenha sido campeão brasileiro ou campeão Carioca ELITE OU SPORT, mesmo que não esteja entre os 20 (vinte) primeiros do ranking Brasileiro. Pilotos nível IV participarão automaticamente da categoria ELITE.

 

  1. SPORT são todos os pilotos que participam da Copa Rio de asa delta e que não estejam incluídos no item 2.
  2. Os pilotos inscritos na competição, categoria ELITE e SPORT disputarão os prêmios e colocações do evento, os pilotos da categoria SPORT disputam a categoria ELITE automaticamente.

 

  1. Em caso de premiação em dinheiro, fica definido que pelo menos 20% do total distribuído, caberá a categoria SPORT e será distribuído de acordo com as melhores colocações desta categoria.
  2. Todo piloto que iniciar o ano na categoria SPORT, poderá disputar nesta categoria até o final da temporada, mesmo que após alguma etapa realizada esteja entre os 10 (dez) melhores do Ranking Carioca.
  3. Todo piloto da categoria SPORT passará automaticamente para a categoria ELITE sempre que terminar a temporada entre os 10 colocados no ranking Carioca, se conquistar o título de campeão carioca da categoria SPORT ou se avançar de nível III para nível IV, de acordo com o regulamento de credenciamento e no ano seguinte participará da categoria ELITE.
  4. A comissão organizadora será composta pelos pilotos Konrad Heilmann e Edson Pereira Nunes.

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  1. A temporada da Copa Rio é considerada pelo ano, e não pelo ranking corrido, ou seja, a temporada de 2016 será formada por todas as etapas que acontecerem dentro deste ano.
  2. O número mínimo de inscritos para que a etapa seja validada é de 5 (cinco) pilotos.

 

  1. É obrigatório o uso, por parte de todos os pilotos e em todas as provas, de capacete (de preferência integral), paraquedas de emergência, um sistema duplo de engate (que permita desengate rápido em caso de acidente). Sempre que portar radio é obrigação do piloto informar ao juiz geral a freqüência de rádio que ele irá voar antes de sua decolagem.

 

  1. É obrigatória a apresentação da carteira de piloto desportivo do Clube de seu sítio de voo, Federação Estadual ou ABVL, todas dentro do prazo de validade. Pilotos que não cumprirem este item não participarão da competição.
  2. O valor da inscrição para cada etapa será estabelecida em conformidade aos custos exigidos para a realização da mesma.
  3. As inscrições dos pilotos, para a etapa, deverão ser feitas em até, pelo menos, 30 minutos de antecedência do briefing do dia, não terá os waypoints da prova carregados). Haverá desconto para inscrições feitas antecipadamente, instruções para tal serão divulgadas quando as mesmas forem abertas. O horário para marcação de voos e o local do QG serão divulgados no primeiro briefing da competição.
  4. O horário para marcação de voos e o local do QG serão divulgados no primeiro briefing da competição. Os pilotos deverão obrigatoriamente apresentar seu GPS para marcação do voo.
  5. O piloto que não marcar seu voo no horário determinado, sem apresentar uma justificativa plausível, terá o seu voo anulado.
  6. É facultado o uso de equipamentos de apoio ao voo, tais como altímetros, variômetros e é vetado o uso de equipamentos de propulsão.
  7. Lastros ejetáveis, só se forem dispersíveis, água ou areia fina. Cintos e pesos que não possam ser acessados durante o vôo são considerados como carga e são permitidos.
  8. Para provas com decolagem de reboque deverá ser apresentado no momento da inscrição, um adendo a este com as características e normas pertinentes a tal.
  9. A única responsabilidade da Comissão Técnica eleita pelos pilotos inscritos para a etapa é reunir-se na antes da prova para a escolha da prova do dia (pilões, gol, horários de janela de decolagem, portão de partida e parâmetros para a fórmula GAP). Somente esta comissão ou o Juiz Geral poderão decidir a prova.
  10. Após receber a escolha da prova, e até 15 minutos antes da abertura da janela, o Juiz Geral deverá fazer um briefing para divulgar esta escolha, preencher uma ficha constando as características da prova e de preferência preparar um quadro de avisos na área de decolagem para informar os pilotos. É obrigação do piloto inteirar-se da prova do dia.
  11. Os pilotos deverão respeitar o corredor de decolagem. O Juiz Geral ou o Juiz de Rampa darão instruções para a correta distribuição das asas nos locais de montagem. O Juiz Geral tem autoridade para desclassificar e/ou penalizar em pontos o piloto que insistir em permanecer no corredor de decolagem.

 

  1. Cabe ao Juiz Geral indicar nomes para formar a comissão técnica.
  2. Tendo decolado um só piloto, não poderão ser feitas modificações na prova.
  3. O GPS é utilizado como a única evidência para comprovação do voo.
  4. Apenas alguns modelos de GPS são aceitos para marcação de voo. Cabe ao Juiz permitir ou não a sua utilização para comprovação do voo. As configurações do GPS são responsabilidade do piloto.

 

  1. Na marcação dos voos, os pilotos deverão entregar seus GPS para análise, que será prontamente devolvido, com a confirmação ou rejeição do registro do voo.
  2. Para ser considerado válido, o track log do GPS deve conter no mínimo dois minutos de dados, e no mínimo 5 pontos contínuos antes e depois de qualquer pilão e starting gate. Todos os pontos devem apresentar marcação de data e hora válidas e consistentes com os demais pontos. São considerados pontos contínuos aqueles que não tem mais do que trinta segundos de diferença ao seu predecessor.

 

  1. É obrigação do piloto verificar que seu GPS está operacional, inclusive com relação à carga de pilhas, e configura-lo de acordo com as especificações fornecidas pela Organização.
  2. Para comprovação da largada nas provas de “janela aberta com portão de partida“, o portão será um círculo virtual, com raio e centro em local a ser divulgado nos briefings das provas, podendo haver até quatro intervalos entre a abertura e o fechamento do portão.
  3. O tempo de start do piloto será considerado como o último momento em que ele entrar ou sair do círculo, conforme a determinação do briefing da prova do dia, antes de completar qualquer outro objetivo da prova. A não comprovação do horário de largada, ou última saída/entrada do start antes do horário previsto para a primeira largada, acarreta a perda do voo ao piloto, pontuando apenas com a distância mínima.

 

  1. Para comprovar um pilão, o registro do GPS deverá indicar que o piloto passou dentro de um círculo com raio determinado pela comissão, com centro na coordenada fornecida pela organização. É obrigatório que o registro do GPS do piloto mostre pelo menos um ponto dentro do círculo, ou que, a reta traçada por dois pontos, separados no máximo por 30 segundos, passe dentro do círculo.

 

  1. A organização poderá indicar marcos de referência próximos às coordenadas, no entanto, o ponto de contorno ou gol será considerado sempre a coordenada fornecida.
  2. No caso do não cumprimento de um objetivo, a distância voada será considerada como o ponto mais próximo que o piloto tiver chegado do objetivo.

 

  1. As marcações do local de pouso deverão ser feitas através do GPS. Está será a única forma aceita para marcação do voo.
  2. No GOAL será usado o sistema de faixa ou raio virtual, neste caso, o fechamento do tempo de voo será feito pelo GPS, com base na coordenada fornecida e uma faixa imaginária com tamanho determinado pela comissão para cada lado desta coordenada, posicionada perpendicularmente à trajetória da última perna da prova ou raio com tamanho determinado pela comissão.

 

  1. Nos casos em que a etapa ocorrer simultaneamente e em conjunto com o campeonato brasileiro, carioca ou super-race e seus organizadores estiverem fazendo a pontuação e organização, serão adotados os critérios apresentados por eles para marcação e pontuação dos voos.
  2. Para uma prova ser válida é necessário que a janela fique aberta no mínimo pelo tempo calculado pela quantidade de pilotos inscritos na competição presentes na rampa vezes um minuto e que no mínimo 30% desses tenham decolado.
  3. A pontuação das provas devem obedecer os critérios mostrados na fórmula GAP, conforme normas publicadas pela FAI. A mesma fórmula deverá ser usada durante todo o campeonato. Não poderá, em hipótese alguma, ser usada a ferramenta da fórmula que aplica 1000 pts ao vencedor independente da qualidade da prova.
  4. É responsabilidade do piloto estar com a asa e os equipamentos de segurança e bom estado de conservação, voar de forma segura, respeitando as normas de segurança e de tráfego aéreo. Pilotos que não respeitarem tais requisitos ou envolvidos em colisões poderão ser penalizados. Em função da gravidade da falta, a penalidade poderá ser em pontos perdidos, em desclassificação da prova ou em desclassificação da competição.

 

  1. Por razões de segurança, os pilotos deverão seguir uma rotação obrigatória nas térmicas ao redor da decolagem (dias pares=direita, dias ímpares=esquerda).
  2. Uma asa chegando a uma térmica deve entrar no mesmo sentido de rotação estabelecido pelo primeiro piloto que ali chegou, independentemente da posição ou diferença de altura entre eles.
  3. Acrobacias e rasantes durante as provas são proibidos.
  4. Pilotos que se apresentarem para decolar sob efeito de medicamentos, drogas ou álcool serão proibidos de decolar para a prova e serão desclassificados da competição.
  5. O Juiz Geral só tem o poder de cancelar ou interromper uma prova depois de alguns ou todos os pilotos terem decolado, por falta de condições de segurança de voo. Esta decisão poderá ser tomada somente em face de situações impróprias de decolagem e/ou voo para o nível de experiência dos pilotos concorrentes e que possam colocar em risco a segurança dos mesmos. A decisão deverá ser anunciada na decolagem e na área de pouso.

 

  1. A prova é considerada interrompida se, no mínimo, já estiver decorrido uma hora da abertura do start ou se um piloto tenha completado a prova. Neste caso, serão computados os pontos dos pilotos até o horário da interrupção da prova.
  2. O Juiz geral e seu staff não têm a obrigação de informar pessoalmente a todos os pilotos sobre o cancelamento ou interrupção da prova.
  3. Nenhuma pontuação será calculada ou divulgada se a prova for cancelada.

 

  1. Os acidentes ocorridos com as asas durante a competição deverão ser comunicados ao Juiz Geral e imediatamente providenciado seu conserto. Qualquer parte substituída deve apresentar as mesmas características originais de fabricação.
  2. As asas poderão ser substituídas durante a competição, desde que o Juiz Geral seja notificado.
  3. Protestos serão aceitos, desde que efetuados por escrito e acompanhados de uma taxa de protesto no valor de R$ 200,00 (duzentos reais). Esta taxa será devolvida em caso de deferimento. O protesto só poderá ser colocado em no máximo até 15 minutos após a divulgação do resultado parcial da prova, mas sempre antes da premiação de cada etapa. Sendo entregue os troféus não caberá mais recursos referente as provas.

 

  1. Os protestos deverão ser encaminhados ao Juiz Geral que deverá complementa-lo com sua opinião e serão julgados por comissão composta por 3 (três) competidores, eleitos pelo Juiz Geral, especificamente para isso.
  2. Não cabem quaisquer reclamações ou protestos por desconhecimento da prova ou falta de comprovação do voo.
  3. O Juiz Geral tem o poder de desclassificar pilotos e/ou aplicar penalizações em pontos se eles não seguirem as normas aqui estabelecidas ou mostrarem atitudes antiesportivas contra outros pilotos, assistentes, autoridades ou público em geral.
  4. O Juiz Geral também pode aplicar penalizações ou desclassificar pilotos por manobras perigosas em voo, voos não condizente com o evento ou por demonstrar inabilidade técnica.
  5. Os organizadores do evento, Juiz Geral, Juiz(es) de Rampa assim como qualquer pessoa sob o comando destes, incluindo auxiliares de decolagem (ao “dar cabo” na rampa), excluem-se de qualquer responsabilidades por imperícias e/ou acidentes que por ventura venham a ocorrer com os pilotos ou provocados por eles a terceiros. Os pilotos assumem seus próprios riscos.

 

  1. Qualquer regulamento adicional será notificado no primeiro briefing e fará parte integrante deste.

 

  1. Os pilotos autorizam a filmagem e fotografia de todos os seus voos, treinos e solenidades, e o uso dessas imagens para, e somente para, propaganda, promoção e publicidade do evento e do esporte, bem como para a utilização dos patrocinadores

 

  1. A etapa será validada no caso de ocorrer pelo menos uma prova valida.
  2. Para a definição do Ranking Carioca de 2016, será utilizada a seguinte tabela de descartes de provas:
Provas válidas descartes vôos válidos
20 6 14
19 6 13
18 5 13
17 5 12
16 4 12
15 4 11
14 4 10
13 4 9
12 3 9
11 3 8
10 3 7
9 2 7
8 2 6
7 2 5
6 1 5
5 1 4
4 0 4
3 0 3
2 0 2
1 0 1

 

  1. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora Carioca de asa delta 2016.

 

 

  1. Caso a organização do campeonato venha a ser desenvolvida por uma empresa particular/privada, esta se responsabilizará pela busca de patrocinadores, mídia e demais divulgações em prol do esporte; bem como para o melhor bem estar dos atletas

 

  1. É de responsabilidade da empresa organizadora, apresentar-se às comissões, com a apresentação do projeto 2016, até 30 dias antes da primeira etapa, para avaliação e aprovação das comissões

 

  1. É de responsabilidade desta empresa toda organização das etapas e das provas; além do alojamento, transporte e alimentação do(s) juiz(es), informações estas apresentadas no projeto

 

  1. A empresa organizadora tem o dever de manter contato com as comissões para confirmações das etapas, pré-definidas no projeto. Visto que, o corrimento da etapa depende da avaliação das comissões e nunca dos interesses da empresa organizadora nem dos patrocinadores, para segurança dos pilotos e melhor funcionamento da competição

 

  1. Após apresentação do projeto, com suas despesas e receitas aprovadas pelas comissões, cabem os lucros e arrecadações finais à empresa organizadora

 

  1. A empresa organizadora isenta-se de quaisquer acidentes e incidentes, visto que toda integridade do atleta e seus equipamentos é de inteira responsabilidade dos mesmos, somando-se a isso os itens 12 e 45.

 

  1. Em caso de investimento de patrocinadores, os atletas automaticamente respeitam as exigências e publicidades das mesmas, bem como divulgação dos seus logos, sejam em camisetas, banner, folders, asas, capacetes, etc; desde que constado no projeto pré-aprovado

 

  1. Por estar envolvidos patrocinadores, autoridades e organizadores, o piloto que se classificar até a 3ª (3ª) colocação, independentemente da categoria. O não comparecimento na entrega de prêmios (poderá, a critério do juiz geral ter) terá sua participação anulada, pontuação zero em cada prova da etapa, sendo considerado para o “ranking” também a pontuação zero, sem o direito de ressarcimento do pagamento da inscrição. Visto que será necessária a aparição destes no pódio. Salve por motivo de força maior, podendo encaminhar um representante (sob avaliação dos juízes)

 

  1. Este regulamento substitui os anteriores.